Acabada a academia, depois de uma jornada inacreditável para o recolhimento de 50 centavos, dudu e guilherme, passaram na academia para nos convidar ( Eu[melquior] Junior e o Rodrigo) para a deglutição de uma delicioso (quente) refrigerante.
Vamos então, em direção á nossa querida segunda casa, a mãe de todos os necessitados de amizades consoladoras, o quintal do Junior, a nossa querida praça da matriz. Lá chegando, sentamos em uma determinada mesa, confiantes da reputação de nosso grupo, que sempre tem algum assunto em voga. Depois de determinados os lugares onde cada um iria sentar ( 3 teimosos de pé) passamos a conversar sobre tudo, ou sobre nada, como queira. Conversa vem, conversa vai, demônio vem, anjo vai, lúcifer fica, belzebu atazana, o nosso querido amigo rodrigo (pança) decide jogar seu futuro á rua, e se retirar ao seu recinto familiar. Indo então para casa, ficamos em apenas 4 pessoas. Porém, contudo, todavia, algúem aparece do nada, Maurício, em seu cavalo alado, direto do Valhala, como um grande guerreiro vindo avisar do temido Ragnarok. Ele ''estaciona'' seu grande garanhão e todos descobrimos a verdade de sua vinda inesperada : Ele precisava de companhia!
Companhia essa agradabilíssima, pois todos sabemos que somos as melhores pessoas desse ignóbil mundo.
Voltando ao meu relato, continuamos nossa incessante troca de ideias, debatendo sobre as questões filosóficas que mais incomoda a sociedade extremamente altruísta de nossa época. Após inúmeros verbos, substantivos, adjetivos, pronomes, artigos, numerais, advérbios, preposições, Interjeições e conjunções, acabamos por destituir vários valores morais ultrapassados, inclusive quebrando vários dogmas impertinentes á nossa cabeça tresloucada, os componentes do grupo guilherme e dudu, desistem da felicidade de viver e também pegam o rumo incomodativo que leva á perdição. Resumindo, cada um foi para seu covil!
Sobraram então, apenas 3 exímios pensadores, Haroldo, Maurício e Melquior, que transformam o cansativo debate em um alegre festim, sem é claro, deixar de lado as suas incriveis habilidades de se previnir do passado e do presente, mas nunca do futuro. Cada um articula suas idéias incessantemente, quando eu (melquior) resolvo dar uma volta do grande pégasus, pertencente ao maurício, que para se adaptar ao nosso mundo irritadiço transformou-se em uma bicicleta. Eu saio, feliz com meu presente emprestado, saltitante de alegria e convencido de minha proficiência ''ciclística''. Dou várias voltas ao redor de nosso acampamento filosófico, e repentinamente, por causa de um pêlo encravado, o animal insáciavel de velocidade, parte rapidamente sobre as pedras que sustentam nossos pés. Porém, quando menos se espera, o temido alado se desespera, pois vê, que como transmutado em bicicleta, não pode voar. Com esse temível problema na cabeça Pégasus, no auge de sua inteligência e segurabilidade, pára imediatamente sua galopa
Então, meu amigo Newton vêm á cena. Ele quieto, consciente de tudo o que lhe ronda, apesar de estar á mais de 7 palmos abaixo da terra, resolve se meter na nossa intransponível história, convocando a mais temida de suas magias, que ao total de 3 atemorizam até os mais afincos estudantes: a Inércia
Pois não é que com a freagem descontrolada do temido cavalo alado, ele faz algo que nunca aconteceu antes em seus 5 mil anos de história. Simplesmente ele derruba seu grandioso caroneiro, eu Melquior elevo-me a uma alturam hercúlea, quase principesca,chegando a sentir o bafo de Deus em minha nuca.
Porém, tudo o que sobe, tem de descer. Então desço , mas é uma queda temerária, que nem Perseu, nem Aquiles, muito menos Ulisses gostaria de encarar. Espatifo-me bisonhamente em um chão coberto de medonhice humana. O desespero toma conta de meu amigos, que correm para me auxiliar, o medo é constante, pessoas alheias vêm de todos os lugares para ver. Todos esperam o pior. O pior era quase uma certeza. Mas, como nada nessa vida é certo, e tudo está previsto, eu, surpreendentemente, como um rei que confia piamente em si próprio, me levanto, alcançando á glória, trazendo alegria a todos, pães para os pobres e saúde para os doentes. Todos estão assustados, pois como pode, alguém sem nenhum artifício físico excepcional resistir a uma queda tão grande? Acolho e acalmo a todos, explicando todos os pormenores da situação inusitada. Há o entendimento da nação, que, menos preocupada, se volta em direção á suas moradias. Sobram então apenas os mais belos novamente.
Após essa aventura inusitada, há uma acalorada discussão sobre qual o caminho ideal em busca da casa, pois, exaustos de tanta adrenalina, resolvemos em sim, vir para a segurança do lar. Resolvido todos as picuinhas nos despedimos e partimos em direção à nossa familia que esperava pacientemente a volta dos calorosos acéfalos.
Terminada a Odisséia, tudo acaba bem, e todos vivem felizes para todo o sempre.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Fatos ocorridos no dia de hoje
Saindo da academia estávamos nós (estes mesmos da fotinho ali do lado), mais a Dani, a Gabys e a Gabi Sponchiado sentados diante de um prédio azul de nome desconhecido, tomando Coca-Cola, quando o Dudu (aquele parecido com o Johnny Depp) olha pro céu e exclama: "Cara, olha se aquela lua não está parecendo uma pedaço de unha cortada?", ao que eu rebati: "Na verdade, a mim me parece que ela está sorrindo". O Pança, por sua vez, diz: "Eu acho que parece com uma melancia depois de ter sido devorada por alguém faminto". O Melquior (o mais cabeludo), ouvindo a conversa, olha para a lua, e, com uma voz sonhadora de quem deseja algo, suspira: "Essa lua está me dando vontade de comer queijo!"
Alguns minutos depois, quando metade dessa cambada já havia ido para suas respectivas casas e só sobravam eu (Guilherme), Melquior, Dudu e Bizo, este grupo reduzido de animais põe-se a correr ladeira abaixo pela rua da lateral do prédio do Pança, feito uns condenados. Acham um gambá no meio da rua e continuam a correr, agora atrás da pequena criatura fedida. Depois de já ter espantado o bichinho, continuam o caminho rumo às suas moradias, e correrm por mais algumas ruas, assim, loucamente.
De onde provêm estes abomináveis e malucos adolescentes (estou me incluindo neste grupo estranhíssimo)? Eis a questão!
Alguns minutos depois, quando metade dessa cambada já havia ido para suas respectivas casas e só sobravam eu (Guilherme), Melquior, Dudu e Bizo, este grupo reduzido de animais põe-se a correr ladeira abaixo pela rua da lateral do prédio do Pança, feito uns condenados. Acham um gambá no meio da rua e continuam a correr, agora atrás da pequena criatura fedida. Depois de já ter espantado o bichinho, continuam o caminho rumo às suas moradias, e correrm por mais algumas ruas, assim, loucamente.
De onde provêm estes abomináveis e malucos adolescentes (estou me incluindo neste grupo estranhíssimo)? Eis a questão!
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Yeah baby
Blog de todos e de ningúem, que engloba tudo e engloba nada!
Legal, nós tentaremos dar continuidade a esse blog. Esperamos que vossas magnificências prestem atenção e colaborem com esse divertidíssimo blog.
Legal, nós tentaremos dar continuidade a esse blog. Esperamos que vossas magnificências prestem atenção e colaborem com esse divertidíssimo blog.
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